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Mãe denuncia e polícia detém jovem suspeito de se relacionar com criança de 11 anos, em Ji-Paraná

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O jovem foi detido e encaminhado para a Polícia Civil de Ji-Paraná

Fonte: Portal Jipa

Na manhã desta segunda-feira (16), um jovem de 18 anos foi detido pela Polícia Militar em Ji-Paraná (RO), suspeito de manter relacionamento com uma criança de 11 anos. O caso ocorreu na região do segundo distrito do município e foi denunciado pela mãe da vítima.

Segundo informações, o suspeito seria funcionário de uma empresa localizada próxima à residência da família e teria se aproximado da menina quando a mãe saía para trabalhar.

Ainda segundo relatos, a criança chegava a sair de casa durante a noite para se encontrar com o jovem.

A situação veio à tona após a mãe desconfiar do comportamento da filha e iniciar uma conversa com a menina, que acabou confirmando os encontros.

Diante da gravidade da situação, a mulher acionou a Polícia Militar, que se deslocou até o local de trabalho do suspeito. O jovem foi detido e encaminhado para a Polícia Civil de Ji-Paraná.

Durante o registro da ocorrência, ele teria negado ter mantido relação sexual com a criança, afirmando que entre os dois teriam ocorrido apenas beijos e abraços.

O caso deverá ser encaminhado para investigação na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEAM). Caso seja confirmado o crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, a pena pode variar de oito a quinze anos de reclusão.

Fonte: Portal Jipa

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Policial

Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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