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Homem é preso com arma de fogo após abordagem da Polícia Militar em Rolim de Moura

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Revólver com numeração raspada e munições foram encontrados dentro de veículo durante patrulhamento.

Reprodução
Um homem foi preso durante uma ação da Polícia Militar realizada na Avenida Florianópolis, nas proximidades da Avenida Guaporé, em Rolim de Moura.
De acordo com informações registradas pela polícia, a equipe realizava patrulhamento tático na região quando recebeu uma denúncia anônima informando que um indivíduo estaria circulando armado em um veículo de cor preta.
Durante as diligências, os policiais localizaram um automóvel com características semelhantes às descritas na denúncia. A guarnição realizou a ordem de parada utilizando sinais sonoros e luminosos, procedendo em seguida com a abordagem do condutor.
Na busca pessoal realizada pelos militares, nenhum objeto ilícito foi encontrado com o motorista. No entanto, durante a verificação no interior do veículo, os policiais localizaram um revólver calibre .38 de cor preta com numeração raspada, além de cinco munições intactas.
Diante da situação, o condutor recebeu voz de prisão e foi informado sobre os seus direitos constitucionais, conforme os procedimentos legais.
Durante o registro da ocorrência, o suspeito relatou aos policiais que teria recebido ameaças de pessoas desconhecidas e que, por esse motivo, estaria portando a arma. Contudo, segundo a polícia, não havia registro oficial de ocorrência relacionado às supostas ameaças.
Após a prisão, o suspeito foi conduzido à unidade policial, juntamente com a arma apreendida, para as providências cabíveis. O veículo foi liberado ao proprietário após os procedimentos legais.

Fonte: Rolim Notícias

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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