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Armas e drogas são apreendidas em operação policial em Rondônia

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Neste final de semana, a Polícia Militar de Rondônia realizou uma operação que resultou na apreensão de três armas de fogo, além de drogas e uma quantia significativa em dinheiro. Em Cujubim, no sábado (7), uma espingarda foi encontrada na rua Tucano, enquanto uma pistola foi apreendida em Porto Velho e uma garrucha em Bom Futuro. A ação faz parte de um esforço contínuo para combater o crime organizado e o tráfico de drogas na região.

A guarnição da Força Tática do 7º Batalhão, em colaboração com o Núcleo de Inteligência, estava monitorando uma residência suspeita em Cujubim quando um homem foi abordado após sair do local. Durante a abordagem, os policiais encontraram aproximadamente 1,1 grama de drogas e R$ 20 em dinheiro. O homem confessou ser usuário e informou que havia adquirido a substância na casa de um indivíduo conhecido como “Pitico”.

Após a confissão, a equipe policial se dirigiu à residência do suspeito, onde ele permitiu a entrada dos agentes. Durante a busca, foi encontrada uma espingarda artesanal calibre 28 e munições, além de utensílios utilizados para o fracionamento de drogas. No total, foram apreendidos R$ 519 em cédulas e R$ 216,75 em moedas. O casal foi preso pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo e, em seguida, encaminhado à UNISP de Ariquemes.

Fonte: Matéria com informações do site pm.ro.gov.br

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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