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Submetralhadora, pistolas e munições são apreendidas em operação contra facção na capital

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Criminoso poderá responder por tráfico de drogas, posse irregular de munição de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, com possível agravante por participação em organização criminosa.

Durante ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) nesta segunda-feira (27), um arsenal com submetralhadora de uso restrito, duas pistolas calibre 9mm e 201 munições foi apreendido em Porto Velho, e um suspeito acabou preso em flagrante.

A investigação identificou movimentação típica de comercialização de drogas no imóvel alvo da ação. No local, os policiais encontraram entorpecentes armazenados, valores em espécie organizados em envelopes identificados e cadernos com anotações ligadas à atividade criminosa.

Entre os armamentos apreendidos estavam duas pistolas calibre 9mm, uma submetralhadora de uso restrito e 201 munições de calibres diversos. Também foram recolhidas balanças de precisão e rádios comunicadores.

O suspeito foi apontado como distribuidor de entorpecentes e responsável por armazenar armamentos da facção criminosa investigada. Ele poderá responder por tráfico de drogas, posse irregular de munição de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, com possível agravante por participação em organização criminosa.

FICCO/RO reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado em Rondônia.

FONTE: RONDÔNIAGORA

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Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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