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Forças de segurança cumpre 4 mandados contra organização criminosa em Porto Velho

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Operação Saxofone aponta plano de violência contra agentes de segurança; prisão preventiva e buscas são cumpridas na capital.

Operação Saxofone é deflagrada na manhã desta sexta-feira (24) com o objetivo de desarticular um esquema de tráfico de drogas ligado a uma organização criminosa com atuação em Porto Velho. Ao todo, são cumpridos quatro mandados judiciais na capital.

As medidas foram deferidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho e incluem:

  • 1 mandado de prisão preventiva
  • 3 mandados de busca e apreensão domiciliar

A ação é coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) — força-tarefa que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Estadual e a Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Investigação começou em 2025

Segundo informações divulgadas pela assessoria da PF, as investigações tiveram início no ano passado, após diligências apontarem que um imóvel utilizado como ponto de tráfico de drogas mantinha vínculos diretos com a organização criminosa alvo da operação.

elemento mais grave revelado pela investigação seria um plano de violência contra agentes de segurança pública — o que motivou a celeridade das medidas cautelares.

Crimes imputados

Os investigados, que não tiveram nomes divulgados pela PF até o momento, poderão responder por:

  • Tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/06)
  • Associação para o tráfico (art. 35)
  • Integração à organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/13)

As penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão, dependendo do grau de participação de cada envolvido e da quantidade de droga apreendida — ainda não contabilizada oficialmente.

Fonte: Portal SGC 

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Policial

Operação investiga família de líderes religiosos por suposto apoio a facção criminosa

Polícia Civil apura suspeitas de uso de projeto religioso para acesso a presídios e cumprimento de tarefas em benefício de organização criminosa.

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Uma jovem foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil para investigar uma família suspeita de utilizar atividades religiosas como forma de prestar apoio a uma organização criminosa.

A investigação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), que apuram a suposta participação da jovem e de seus pais, apontados como líderes religiosos, em um esquema voltado ao auxílio de integrantes da facção.

Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizariam um projeto religioso para obter autorização de ingresso em unidades prisionais, entre elas a Penitenciária Central do Estado (PCE). A suspeita é de que as visitas fossem usadas para manter contato com presos ligados ao grupo criminoso, transmitir informações, intermediar mensagens e oferecer suporte logístico e financeiro.

As investigações também apontam indícios de movimentações financeiras consideradas suspeitas. Conforme a polícia, recursos provenientes de integrantes da organização criminosa teriam sido transferidos para contas de familiares e terceiros, em uma suposta tentativa de ocultar a origem dos valores.

Ainda de acordo com os investigadores, o dinheiro teria sido utilizado para despesas pessoais, viagens, aquisição de veículos e realização de procedimentos estéticos. Essas operações são analisadas como possível prática de lavagem de dinheiro.

Outro ponto apurado envolve viagens realizadas pelos investigados a uma comunidade no estado do Rio de Janeiro. Durante a investigação, a polícia reuniu fotografias e vídeos que mostram pessoas ligadas ao grupo religioso ao lado de armamentos, como fuzis, pistolas, revólveres e carabinas, além de rádios comunicadores.

Os investigadores também afirmam ter identificado imagens que mostram suspeitos próximos de integrantes da organização criminosa, incluindo pessoas foragidas da Justiça e indivíduos apontados como responsáveis pela segurança armada da facção. Há ainda registros que, segundo a Polícia Civil, mostram crianças próximas a armas de fogo e investigados manuseando armamentos.

Durante a Operação Fariseus, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, recolhimento de equipamentos eletrônicos, medidas de quebra de sigilo e a suspensão temporária da autorização para ingresso dos investigados em estabelecimentos prisionais por meio de projetos religiosos.

A Polícia Civil não divulgou a identidade dos investigados. O material apreendido será submetido à perícia e as investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada envolvido. Até eventual condenação, os investigados são presumidos inocentes, conforme prevê a Constituição Federal.

Por: Redação Fonte: J1 Rondônia

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